Obrigado a todos que estiveram presentes no Tabanka-Mar connosco a celebrar esta marca do Nha Terra e do Top Crioulo.
26 de março de 2008
20 de março de 2008
18 de março de 2008
NHA TERRA NHA CRETCHEU - 100º episódio
100 episódios cheios de histórias repletas de sorrisos, olhares, cores e esperanças. Mas também algumas histórias tristes. Casos reais de quem pouco ou nada tem a não ser a esperança num futuro melhor.
Tantas e tantas imagens, palmilhadas a muito custo mas com o imenso prazer que nos dá de mostrar Cabo Verde e todas as suas realidades.
Esta semana revemos um pouco disso tudo.
5ª feira 20 Março RTP-África (21h C.V; 22h Portugal)
Sábado 22 Março RTP-África (17h C.V; 18h Portugal)
Ponta Preta- O melhor Spot do Mundo
Kauli Seadi- o vencedor
Nha Terra e Jornal A Semana marcaram presença- falta o Pedro (sempre atrás da câmara)
Quem o diz são os prós da modalidade.
Mesmo sem as ondas do ano passado, a etapa do Campeonato do Mundo de Windsurf em Cabo Verde impressionou os participantes.
A Ponta Preta está definitivamente na rota dos windsurfistas do ranking mundial.
O Nha Terra Nha Cretcheu esteve lá e vai mostrar tudo o que se passou numa semana animada e muito internacional.
O Josh não venceu mas honrou mais uma vez a bandeira de Cabo Verde.
O pontapé de saída está dado, para um campeonato que promete ser renhido.
Fotos: Pedro Moita
28 de fevereiro de 2008
kabo Verdi...um ano de experiências em imagens!
Aqui fica o registo de alguns dos melhores momentos ao alcance da lente! Há muitos outros que jamais esquecerei....como a minha segunda viagem a Santo Antão. Ponta do Sol...uma quinta-feira à noite 17 de Janeiro. Vila às escuras ....terra de mistérios do acaso ou do destino.
26 de fevereiro de 2008
Parabéns ABRAÃO!!
25 de fevereiro de 2008
PARKOUR C.V.
360° Catleap ;Flip Vault e Back flip; Railspring; Handspring; Wallspin; Palmspin; Tic Tac 360°; Climb up....
Saltos....piruetas prá frente, pra trás, enfim, termos técnicos de figuras e movimentos desta moda que é o PARKOUR.
Andámos, também nós, num sobe e desce de paredes e prédios para apontar a camera a estes "Saltitões" da Cidade da Praia.
Mundinho, como é mais conhecido Raimundo Querido, é um cabo-verdiano residente em França que ganha a vida como duplo em cinema e publicidade. Recentemente alcançou a proeza de percorrer a distância entre Paris e Dakar apenas com a força de dois pequenos motores: os seus próprios pés. (isto tudo acompanhado por Daniel Girondeaud).
Mundinho e mais alguns "traceurs" do grupo "Buadus" mostram um pouco desta modalidade em Cabo Verde no Nha Terra Nha Cretcheu desta semana.
5ªfeira- 28 Fev. (22h- PT; 21h C.V.) RTP-África
Sábado -1 Março (18h30 PT; 17h30 C.V.) "
11 de fevereiro de 2008
Do Mar vêm os conquistadores...
O peixe é pouco... o calor vai-se sentindo por entre leves brisas marinhas que nos esfregam a salinidade no rosto...
A indolência convida os pescadores à contemplação do horizonte.
Agora, os tempos são outros. O Mar calmo dá mais prazeres a turistas veraneantes de passagem fugaz pela ilha.
Do Mar já não chega apenas o pão que nos enche o prato. Do Mar, procuram-se agora, novos sustentos... prazeres para outros.
Mas do Mar, continuam a chegar os conquistadores...
7 de fevereiro de 2008
TACV - Privatização já!
Não, em Portugal não se vive a tradição das Cinzas como aqui. Mas dois anos e meio de Cabo Verde foram mais que suficientes para me "aculturar". Por isso aqui vai o relato da Quarta-Feira de Cinzas em território criolo.
Cheguei ao local da festa (leia-se, aeroporto Amilcar Cabral, no Sal), pelas 8.50 da manhã. O bilhete para o evento dizia que deviamos apresentar-nos uma hora antes do mesmo. Na mão trazia o convite com todas as informações necessárias. No título lia-se o nome da dita festa que iria preencher todo o meu dia das Cinzas
Sal 9.50 - Praia 10.45
Ao entregar o bilhete na porta a organizadora da festa (leia-se funcionária da TACV) disse-me que a mesma só deveria começar por volta do meio dia. Podia até voltar para casa, (se tivesse casa no Sal), e se o regresso não me fosse custar 1000 escudos de táxi para cada lado.
Decidi esperar ali mesmo no local, até porque já tinham chegado quase todos os convidados.
Pouco depois começou o "baile". Uma dj (leia-se, funcionária da loja de discos do aeroporto) lá foi animando as hostes desanimadas com medleys caboverdianos- Lura, Cize, Tcheka marcaram, obviamente, presença na sua escolha musical.
Fiquei "confortavelmente" sentada em frente à cabine de som (loja Harmonia) aguardando pelo meio dia, acompanhada por uma revista Visão, trazida de Portugal há já algumas semanas, mas cuja leitura ainda estava em atraso.
As 12 horas chegaram penosamente. Volto à conversa com a organização. Afinal de contas a festa já tinha começado ali mesmo, a outra parte, a que se lia no bilhete, pelos vistos tinha sido adiada para horas indefinidas.
Um imprevisto sem importância nenhuma! Estava a divertir-me imenso e agora vinha a melhor parte- o almoço das Cinzas.
Uma senha cor de rosa-choc iria dar-me direito a todas as iguarias que estão habitualmente na mesa caboverdiana neste dia que segue ao Carnaval.
A sala de jantar estava impecavelmente decorada com latas de sumos e garrafas de cerveja e uma quantidade de moscas que excedia em centenas a de convidados para o almoço.
Um prego no prato com batatas fritas e um sumo sem gás. O café seria um extra que, percebo mais tarde, teria de pagar àparte.
Nota positiva para este tradicional almoço das Cinzas, em ambiente igualmente tipico.
Pelas 14.30 são finalmente reunidos os convidados para a melhor parte da festa, que afinal era privilégio de 17 pessoas.
Felizmente fiz parte desses sortudos que entraram na zona restrita "Cabo Verde Express" e puderam viajar ao som das hélices e dos motores ruidosos até à cidade da Praia. A experiência não me dava direito a regresso mas já tinha sido demasiado arrebatadora para querer regressar.
As minhas Cinzas terminaram depois das 17 horas da tarde, entre a chegada, reunir os pertences e chegar finalmente a casa.
Foi sem dúvida uma festa memorável e só quero agradecer à organização(TACV) por me ter proporcionado um dia das Cinzas tão especial.
30 de janeiro de 2008
Tcheka torna Praia
O bom filho à casa torna e foi bom vê-lo regressar com os seus acordes, os improvisos de uma guitarra que quer ser irreverente e uma voz que é sem dúvida uma lufada de ar fresco, de novidade.
O concerto do menino da Ribeira da Barca esteve longe de ser brilhante, falta corpo instrumental, falta talvez gente no palco e mais ousadia na voz e nos improvisos que um espectáculo ao vivo pedem.
Precisa, talvez, de mais energia...
Mesmo assim, valeu a pena e de que maneira ouvir Lonji. As canções estão mais maduras, Tcheka também cresceu como artista.
Sem dúvida que as tournées deste ano serão a consagração de um músico que juntou aos sons "di terra", novos estilos e experiências e uma produção mais cuidada.
Tcheka pode até estar a distanciar-se da etiqueta regional da música criola mas decerto encontrou um espaço muito mais amplo sem perder os elementos da sua própria cultura.
Acredito que vá Lonji, muito Lonji...
22 de janeiro de 2008
Artes de Palco
Desta vez o Nha Terra Nha Cretcheu subiu aos palcos e mostra pessoas e grupos que dedicam toda a sua inspiração e transpiração para mostrar diversas formas de arte em Cabo Verde.
Os movimentos dos Raiz di Pólon, os sons do Festival "Strela", o trabalho de Gamal Mascarenhas em prol de uma comunidade e a representação cénica dos Fladu Fla.
5ª feira (24 jan.) 21h00 RTP África (hora C.V.)
Sábado (26 jan.) 17h30 " " "
16 de janeiro de 2008
JÁ BU RECENSIA?
Até 2 de Março todos, mas mesmo todos (tirando as criançinhas atè ao 18), têm o dever de se sentar num posto de recenseamento eleitoral, espalhados pelo país, e colocarem o seu nome (e foto) para assim poderem votar já nas próximas eleições autárquicas
Já dizia a nossa estrela N'Toni denti d'Oro no spot da Comissão Nacional de Eleições: "Sou velho e não valho nada, mas vou recensear-me e também conto!"
15 de janeiro de 2008
Na Tarrafal ti manxi!
10 de janeiro de 2008
Tcheka no Top Crioulo
Subscrever:
Mensagens (Atom)